quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

mantém os teus olhos bem abertos ás luzes mágicas...
todas elas são reais...
mas, apenas uma te levará ao teu destino...
" dizem que o nosso destino, está ligado ao coração. que ele faz parte de nós, assim como fazemos parte dele. outros dizem que o destino é entrançado como um tecido. fazendo que um destino, se entrelace com outros. e é isso que procuramos, procurar mudar. alguns nunca encontram. mas outros, são movidos por isso. há aqueles que dizem que o destino, é algo além do nosso comando. que o destino não é nosso. mas eu sei, o nosso destino vive dentro de nós. só temos que ser valentes o muito para vê-lo. "
SÓ TEMOS QUE SER FORTES O SUFICIENTE PARA SENTI-LO. SÓ TEMOS QUE SER CORAJOSOS O BASTANTE PARA FAZÊ-LO.
OU DEMASIADAMENTE COBARDES, PARA APENAS NÃO SERMOS NÓS!!...

domingo, 9 de dezembro de 2012


" na penumbra do quarto ouvem-se as vozes dos mortos, e dos corpos que se amam.
mas é inútil lembrares-te dos rostos que tinham ou têm - porque a noite desceu voraz, pesada, eterna, sobre a tua ausência.
noite dentro, os corpos, embriagados, vão falando de amor.
e do tempo, a ausência, cada vez mais devagar.
olha como já se acende a lívida madrugada...
e o orvalho pousa no teu ombro, onde bebo a escuridão do dia.
beber, protege o corpo das emboscadas. e a alma das balas perdidas.
amanhã, ou enquanto dormes - agora mesmo -, vou pensar em ti. intensamente: até que as horas me doam sobre a pele, até que tudo o que me rodeia tome a forma do teu corpo.
e em mim circules - quando estendo a mão por dentro da noite e te acordo, no fogo dos meus olhos."
 
al berto


sábado, 8 de dezembro de 2012


 
que todos os fins de semana me fossem morosos... lentos...
que se demorassem...
queria apenas que a minha vida índrica me fosse rápida...
finitamente rápida...
mas amo-te tanto!...
infinitamente!...
demoradamente lento!...
 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

 
se a noite te cobre,
perdes o dia do meu corpo...
e se alguma pele te veste,
nada me sobra...
tudo me despe...
só tu sabes que por agora,
não vejo estrelas cadentes...
nada peço...
nada desejo...